Uma estrutura tridimensional de inspiração fractal
Esta construção explora um processo geométrico tridimensional de inspiração fractal. Partimos de uma figura inicial e aplicamos repetidamente uma mesma regra: produzir quatro cópias reduzidas e reposicionadas da figura obtida na etapa anterior. A construção permite relacionar a visualização no GeoGebra 3D com sua descrição matemática por meio de transformações afins e observar como uma regra algébrica simples pode gerar estruturas geométricas progressivamente mais complexas.
Problema
Considere uma figura geométrica tridimensional inicial, que denotaremos por \(M_0\).
Como construir, a partir de \(M_0\), uma sequência
\[
M_0,\qquad M_1,\qquad M_2,\qquad \ldots
\]
na qual cada nível seja formado por quatro cópias reduzidas e reposicionadas do nível anterior?
Para responder a essa pergunta, precisamos identificar primeiro qual transformação matemática descreve exatamente as duas operações presentes na construção: reduzir uma figura e deslocá-la para uma nova posição. Depois poderemos compreender o que acontece quando essa mesma regra é repetida.
Da construção geométrica à transformação afim
Queremos transformar uma figura em uma cópia reduzida e, em seguida, colocá-la em outra posição do espaço. Essas duas operações podem ser descritas simultaneamente por uma transformação afim.
Uma transformação afim do espaço pode ser escrita na forma
\[
F(\mathbf{x})=A\mathbf{x}+\mathbf{b},
\]
em que \(A\mathbf{x}\) representa a parte linear da transformação e o vetor \(\mathbf{b}\) representa uma translação.
A expressão anterior fornece, portanto, uma linguagem matemática adequada ao problema: a matriz \(A\) poderá descrever a redução da figura, enquanto o vetor \(\mathbf{b}\) permitirá determinar sua nova posição.
Como reduzir a figura?
Na construção considerada, as coordenadas horizontais \(x\) e \(y\) são reduzidas por um fator \(\frac13\), enquanto a coordenada vertical \(z\) é reduzida por um fator \(\frac12\).
Assim, um ponto
\[
(x,y,z)
\]
é transformado inicialmente em
\[
\left(
\frac{x}{3},
\frac{y}{3},
\frac{z}{2}
\right).
\]
Essa operação pode ser representada pela matriz
\[
A=
\begin{pmatrix}
\dfrac13 & 0 & 0\\
0 & \dfrac13 & 0\\
0 & 0 & \dfrac12
\end{pmatrix}.
\]
De fato,
\[
A
\begin{pmatrix}
x\\
y\\
z
\end{pmatrix}
=
\begin{pmatrix}
x/3\\
y/3\\
z/2
\end{pmatrix}.
\]
A matriz \(A\) não aparece apenas como uma forma compacta de escrever a transformação. Suas entradas registram diretamente o que acontece geometricamente: as direções \(x\) e \(y\) são reduzidas por \(\frac13\), enquanto a direção \(z\) é reduzida por \(\frac12\).
Como posicionar as quatro cópias?
A matriz \(A\) resolve apenas a primeira parte do problema, pois reduz a figura, mas não determina onde cada cópia deverá ser colocada. Para obter as quatro posições utilizadas na construção, introduzimos vetores de translação.
Consideramos
\[
\mathbf{b}_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}
=
\begin{pmatrix}
\varepsilon_1\\
\varepsilon_2\\
0
\end{pmatrix},
\qquad
\varepsilon_1,\varepsilon_2\in\{-1,1\}.
\]
Como cada um dos dois sinais pode assumir os valores \(-1\) ou \(1\), existem quatro possibilidades:
\[
(-1,-1),\qquad
(-1,1),\qquad
(1,-1),\qquad
(1,1).
\]
Essas quatro escolhas determinam as quatro posições das cópias no plano horizontal.
Podemos então reunir as duas operações — reduzir e reposicionar — em uma única transformação:
\[
F_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}(\mathbf{x})
=
A\mathbf{x}
+
\mathbf{b}_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}.
\]
Em coordenadas,
\[
F_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}(x,y,z)
=
\left(
\varepsilon_1+\frac{x}{3},
\varepsilon_2+\frac{y}{3},
\frac{z}{2}
\right).
\]
Os termos \(\frac{x}{3}\), \(\frac{y}{3}\) e \(\frac{z}{2}\) descrevem a redução da figura, enquanto \(\varepsilon_1\) e \(\varepsilon_2\) determinam sua nova posição. A expressão algébrica traduz, portanto, exatamente as duas operações realizadas geometricamente.
Como construir o nível seguinte?
Já sabemos como produzir cada uma das quatro cópias. Podemos agora usar a mesma regra para passar de um nível da construção para o seguinte.
Se \(M_k\) representa a estrutura obtida no nível \(k\), aplicamos as quatro transformações a \(M_k\) e reunimos as quatro imagens obtidas. Assim,
\[
M_{k+1}
=
\bigcup_{\varepsilon_1,\varepsilon_2\in\{-1,1\}}
F_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}(M_k).
\]
Para cada uma das quatro escolhas possíveis de \((\varepsilon_1,\varepsilon_2)\), calculamos uma imagem de \(M_k\). O símbolo de união indica que reunimos essas quatro imagens para obter \(M_{k+1}\). A fórmula descreve, portanto, a passagem de um nível para o seguinte.
Quantas cópias aparecem em cada nível?
A regra utilizada para construir os níveis também permite prever quantas cópias da figura inicial existirão em cada etapa, sem precisar realizar toda a construção.
No nível inicial temos uma única figura. No nível seguinte aparecem quatro cópias. Como cada uma delas volta a gerar quatro novas cópias, obtemos a sequência
\[
1,\qquad
4,\qquad
16,\qquad
64,\qquad
256,\ldots
\]
correspondente aos níveis
\[
0,\qquad
1,\qquad
2,\qquad
3,\qquad
4,\ldots
\]
Portanto, o número de cópias da figura inicial presentes no nível \(k\) é
\[
\boxed{N_k=4^k}.
\]
Essa é uma primeira consequência da formulação matemática: a mesma regra que gera geometricamente a construção permite prever quantitativamente sua estrutura.
É possível chegar diretamente a uma cópia do nível \(k\)?
A relação anterior permite construir a sequência nível por nível. A formulação algébrica, entretanto, permite fazer uma pergunta mais forte: é possível determinar diretamente uma determinada cópia do nível \(k\), sem reconstruir todos os níveis anteriores?
Para responder, precisamos compreender o que acontece quando fazemos sucessivamente diferentes escolhas entre as quatro transformações disponíveis.
Denotemos por
\[
\Omega=\{-1,1\}\times\{-1,1\}
\]
o conjunto das quatro escolhas possíveis. Cada elemento
\[
\omega=(\varepsilon_1,\varepsilon_2)\in\Omega
\]
determina uma das quatro posições possíveis para uma nova cópia.
Para simplificar a notação, se \(\omega=(\varepsilon_1,\varepsilon_2)\), escreveremos
\[
\mathbf{b}_{\omega}
=
\mathbf{b}_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}
\]
e
\[
F_{\omega}
=
F_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}.
\]
Cada \(\omega\in\Omega\) representa uma escolha entre as quatro transformações disponíveis. Em termos geométricos, escolher \(\omega\) significa escolher qual das quatro posições será utilizada naquela etapa da construção.
Para uma primeira escolha \(\omega_1\in\Omega\), temos
\[
F_{\omega_1}(\mathbf{x})
=
A\mathbf{x}
+
\mathbf{b}_{\omega_1}.
\]
Escolhendo em seguida \(\omega_2\in\Omega\), obtemos
\[
F_{\omega_2}
\left(
F_{\omega_1}(\mathbf{x})
\right)
=
A
\left(
A\mathbf{x}
+
\mathbf{b}_{\omega_1}
\right)
+
\mathbf{b}_{\omega_2}.
\]
Distribuindo \(A\), resulta
\[
F_{\omega_2}\circ F_{\omega_1}(\mathbf{x})
=
A^2\mathbf{x}
+
A\mathbf{b}_{\omega_1}
+
\mathbf{b}_{\omega_2}.
\]
Com uma terceira escolha \(\omega_3\in\Omega\), obtemos
\[
F_{\omega_3}
\circ
F_{\omega_2}
\circ
F_{\omega_1}(\mathbf{x})
=
A^3\mathbf{x}
+
A^2\mathbf{b}_{\omega_1}
+
A\mathbf{b}_{\omega_2}
+
\mathbf{b}_{\omega_3}.
\]
Os primeiros casos permitem reconhecer um padrão:
\[
\begin{aligned}
k=1:\qquad
&
A\mathbf{x}
+
\mathbf{b}_{\omega_1},
\\[4pt]
k=2:\qquad
&
A^2\mathbf{x}
+
A\mathbf{b}_{\omega_1}
+
\mathbf{b}_{\omega_2},
\\[4pt]
k=3:\qquad
&
A^3\mathbf{x}
+
A^2\mathbf{b}_{\omega_1}
+
A\mathbf{b}_{\omega_2}
+
\mathbf{b}_{\omega_3}.
\end{aligned}
\]
Uma sequência de \(k\) escolhas pode ser representada por
\[
\boldsymbol{\omega}
=
(\omega_1,\omega_2,\ldots,\omega_k)
\in\Omega^k.
\]
Nessa notação, cada \(\omega_j\) registra a escolha realizada na etapa \(j\), enquanto \(\boldsymbol{\omega}\) registra todo o percurso de escolhas até o nível \(k\).
A essa sequência associamos a transformação composta
\[
F_{\boldsymbol{\omega}}
=
F_{\omega_k}
\circ
F_{\omega_{k-1}}
\circ
\cdots
\circ
F_{\omega_1}.
\]
O padrão observado nos primeiros casos conduz à expressão geral
\[
\boxed{
F_{\boldsymbol{\omega}}(\mathbf{x})
=
A^k\mathbf{x}
+
\sum_{j=1}^{k}
A^{\,k-j}\mathbf{b}_{\omega_j}
}.
\]
O que a fórmula geral nos permite compreender?
A expressão geral contém, em uma única fórmula, as duas informações necessárias para determinar uma cópia no nível \(k\): sua escala e sua posição.
O termo
\[
A^k\mathbf{x}
\]
descreve a redução acumulada da figura após \(k\) aplicações da transformação.
Já a soma
\[
\sum_{j=1}^{k}
A^{\,k-j}\mathbf{b}_{\omega_j}
\]
registra os deslocamentos sucessivos que determinam a posição final da cópia.
Um deslocamento realizado nas primeiras etapas ainda é afetado pelas contrações posteriores. Por isso, \(\mathbf{b}_{\omega_1}\) aparece multiplicado por \(A^{k-1}\). O último deslocamento, \(\mathbf{b}_{\omega_k}\), não sofre nenhuma contração posterior e aparece sem nenhuma potência de \(A\).
Conhecendo a sequência \(\boldsymbol{\omega}=(\omega_1,\ldots,\omega_k)\), podemos determinar diretamente a transformação correspondente a uma cópia do nível \(k\). A álgebra transforma, assim, um procedimento realizado passo a passo em uma expressão que contém toda a informação acumulada pelo processo.
Uma sequência de escolhas como endereço
A sequência \(\boldsymbol{\omega}=(\omega_1,\ldots,\omega_k)\) pode ser interpretada como um endereço de uma cópia no nível \(k\). A primeira escolha \(\omega_1\) indica qual das quatro transformações foi utilizada na primeira etapa, \(\omega_2\) registra a escolha realizada na segunda etapa e assim sucessivamente.
Como existem quatro possibilidades em cada uma das \(k\) etapas, existem
\[
|\Omega^k|=4^k
\]
sequências possíveis de comprimento \(k\). Esse resultado coincide exatamente com a contagem
\[
N_k=4^k.
\]
Assim, a mesma quantidade aparece de duas maneiras: geometricamente, como o número de cópias no nível \(k\), e algebricamente, como o número de sequências possíveis de \(k\) escolhas.
Como a escala se modifica ao longo dos níveis?
A fórmula geral contém a potência \(A^k\). Para compreender geometricamente esse termo, precisamos observar o que acontece quando a mesma matriz de redução é aplicada repetidamente.
Como \(A\) é diagonal, temos
\[
A^k=
\begin{pmatrix}
3^{-k} & 0 & 0\\
0 & 3^{-k} & 0\\
0 & 0 & 2^{-k}
\end{pmatrix}.
\]
Isso significa que, depois de \(k\) aplicações, a escala nas direções \(x\) e \(y\) é \(3^{-k}\), enquanto a escala na direção \(z\) é \(2^{-k}\).
Assim, \(A^k\) permite determinar diretamente quanto uma cópia foi reduzida depois de \(k\) etapas, sem precisar acompanhar visualmente todas as transformações anteriores.
O que permanece e o que se modifica?
Já sabemos como as cópias são construídas, posicionadas e reduzidas. Podemos agora investigar quais propriedades geométricas permanecem inalteradas durante esse processo e quais são modificadas.
As transformações utilizadas são afins. Por isso, preservam propriedades como colinearidade, paralelismo e razões entre segmentos pertencentes a uma mesma reta.
Comprimentos e ângulos, entretanto, não são preservados em geral.
Essa distinção ajuda a compreender a natureza da transformação: algumas relações geométricas permanecem invariantes, enquanto propriedades métricas da figura podem ser modificadas.
O que os autovalores explicam?
A matriz \(A\) contém também informações sobre as direções nas quais a figura é contraída. Os autovalores permitem expressar essa informação na linguagem da Álgebra Linear.
Como
\[
A=
\begin{pmatrix}
\dfrac13 & 0 & 0\\
0 & \dfrac13 & 0\\
0 & 0 & \dfrac12
\end{pmatrix},
\]
seus autovalores são
\[
\lambda_1=\frac13,
\qquad
\lambda_2=\frac13,
\qquad
\lambda_3=\frac12.
\]
Como os vetores das direções coordenadas são autovetores de \(A\), esses autovalores correspondem diretamente aos fatores de contração nas respectivas direções:
\[
x:\frac13,
\qquad
y:\frac13,
\qquad
z:\frac12.
\]
Os autovalores tornam explícita, portanto, uma característica que já podia ser observada geometricamente: a transformação não contrai o espaço da mesma maneira em todas as direções.
O que acontece com o volume?
A matriz também permite responder a outra pergunta geométrica: quanto o volume é alterado por cada aplicação da transformação?
Uma dimensão é multiplicada por \(\frac13\), outra por \(\frac13\) e a terceira por \(\frac12\). Portanto, uma região de volume \(V\) passa a ter volume
\[
\frac13
\cdot
\frac13
\cdot
\frac12
\,V
=
\frac1{18}V.
\]
Esse fator é exatamente o determinante da matriz \(A\):
\[
\det(A)
=
\frac13
\cdot
\frac13
\cdot
\frac12
=
\frac1{18}.
\]
Assim,
\[
\boxed{
V_{\text{novo}}
=
\frac1{18}V
}.
\]
Neste contexto, o determinante não aparece apenas como um cálculo matricial: ele fornece diretamente o fator pelo qual o volume é alterado pela transformação.
Onde aparece a inspiração fractal?
A inspiração fractal da construção está na repetição de uma mesma regra geométrica em níveis sucessivos e em escalas cada vez menores. Cada estrutura \(M_{k+1}\) é obtida aplicando a \(M_k\) o mesmo conjunto de quatro transformações utilizado nas etapas anteriores.
Os níveis
\[
M_0,\qquad M_1,\qquad M_2,\qquad \ldots
\]
são etapas finitas desse processo iterativo. Assim, a relação com a geometria fractal não depende de chamar cada nível isoladamente de fractal, mas da presença de uma regra de construção repetitiva baseada em cópias reduzidas e reposicionadas.
Além disso, as reduções não são iguais em todas as direções:
\[
\frac13\neq\frac12.
\]
Por isso, as transformações utilizadas não são, em geral, semelhanças euclidianas. Elas são transformações afins com diferentes fatores de escala em diferentes direções, característica associada a construções de natureza autoafim.
Explore a construção
As expressões anteriores descrevem matematicamente o processo. O applet permite observar geometricamente aquilo que cada uma delas representa.
Utilize o controle deslizante do GeoGebra para percorrer os diferentes níveis e gire a visualização tridimensional para acompanhar a construção no espaço.
Ao explorar o applet, procure relacionar a visualização com a matemática desenvolvida anteriormente:
- observe por que surgem quatro novas cópias a cada etapa;
- identifique geometricamente os fatores \(\frac13,\frac13,\frac12\);
- observe como \((\varepsilon_1,\varepsilon_2)\) determina a posição das cópias;
- compare o número de cópias observado com a expressão \(N_k=4^k\);
- interprete cada sequência \(\boldsymbol{\omega}\in\Omega^k\) como um possível caminho até uma cópia do nível \(k\);
- procure identificar geometricamente o significado de \(A^k\);
- observe como diferentes direções apresentam diferentes fatores de escala.
Para investigar
As questões abaixo retomam as principais relações entre a construção geométrica e sua descrição algébrica e permitem explorar o que as fórmulas obtidas explicam sobre o processo.
- Por que o número de cópias da figura inicial no nível \(k\) é \(N_k=4^k\)?
- Como a matriz \(A\) representa as reduções observadas geometricamente?
- Qual é o significado geométrico dos vetores \(\mathbf b_{\varepsilon_1,\varepsilon_2}\)?
- O que representa o conjunto \(\Omega=\{-1,1\}\times\{-1,1\}\)?
- Qual é a diferença entre uma escolha \(\omega_j\in\Omega\) e uma sequência \(\boldsymbol{\omega}\in\Omega^k\)?
- Por que, ao compor duas transformações, o primeiro vetor de translação aparece multiplicado por \(A\)?
- Como os casos \(k=1\), \(k=2\) e \(k=3\) permitem reconhecer o padrão geral?
\[
F_{\boldsymbol{\omega}}(\mathbf{x})
=
A^k\mathbf{x}
+
\sum_{j=1}^{k}
A^{\,k-j}\mathbf{b}_{\omega_j}.
\]
- Por que existem exatamente \(4^k\) sequências em \(\Omega^k\) e como isso se relaciona com o número de cópias do nível \(k\)?
- O que a potência \(A^k\) permite prever sobre uma cópia do nível \(k\)?
- O que os autovalores de \(A\) representam geometricamente?
- Qual é a interpretação geométrica de \(\det(A)=\frac1{18}\)?
- O que aconteceria se as três direções fossem reduzidas pelo mesmo fator?
- O que mudaria se os fatores de contração fossem substituídos por outros valores?
- É possível determinar diretamente a posição e a escala de uma cópia do nível \(k\) sem construir todos os níveis anteriores?
Referência da construção
A exploração parte de uma inspiração geométrica proveniente da arquitetura. A referência abaixo apresenta estruturas arquitetônicas de inspiração fractal que motivaram a construção. A formulação por transformações afins permite estudar matematicamente esse processo e implementá-lo de forma dinâmica no GeoGebra 3D.
HARRIS, James. Fractal Architecture: Organic Design Philosophy in Theory and Practice. Albuquerque: University of New Mexico Press, 2012.
